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13.Jul.2014



Qual é a diferença entre “bater a porta” e “bater à porta”? A expressão “face a face” tem crase? Essas e outras dúvidas você pode resolver com os exercícios de crase que preparamos. É só uma pagininha cheia de exemplos e ao final há um gabarito comentado! A intenção não é que você se avalie, mas que aprenda fazendo. Para ver as atividades, clique na imagem abaixo ou entre aqui.

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Imagem: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

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25.Nov.2013



Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa traumas aos falantes da língua? Estas e outras perguntas nos vêm à mente quando buscamos entender o desinteresse que muitos falantes expressam pelo nosso idioma. Pensando nisso, este projeto surge como uma tentativa de mostrar aos brasileiros algo que até então nos parecia óbvio: Português é legal!

Por um lado, pretendemos combater o preconceito linguístico, mostrando por que a ideia de “falar certo” não procede. Falar e escrever bem significa conseguir causar o efeito desejado, e não seguir esta ou aquela regra.

Por outro lado, achamos necessário popularizar as convenções da língua, que são um instrumento de poder. Nosso plano é falar sobre dúvidas do dia a dia, coisas que nos perguntam quando sabem sobre nossa formação. Um falante comum não quer saber se em português o pronome oblíquo átono tem flexão de gênero. O que quer saber é: “às vezes tem crase?”; “dia a dia tem hífen?”; “porque tem acento?”. Quem usa a língua quer saber se é certo falar gratuíto ou gratuito; pouco importa se isso é verbo, adjunto ou adjetivo.

Como vocês verão ao longo deste projeto, concordamos com o professor Evanildo Bechara quando ele afirma que “o sucesso da educação linguística é transformar o falante em um ‘poliglota’ dentro de sua própria língua nacional” (BECHARA, 2001, p. 38). Isso significa ser capaz de transitar entre diferentes falares, em diferentes contextos e com objetivos diversos, e não apenas aprender a falar segundo as “normas”.

Nosso objetivo não é ensinar ninguém a “falar direito” ou a “não cometer erros”, e tampouco queremos dar a impressão de que as pessoas têm obrigação de conhecer a norma-padrão da nossa língua. Mas achamos que todo mundo tem o direito de conhecê-la.

Bem-vindos!

Carol & Pablo

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