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11.Ago.2017



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Se você é professor de língua inglesa em escola pública em qualquer cidade do Brasil, fale com seu coordenador e peça para conhecer a coleção Circles, da editora FTD.

Coleção Circles, Editora FTD, livros de inglês para Ensino Médio

Como uma das autoras desse material, gostaria de destacar que ele traz um repertório temático e linguístico muito variado e atual, com foco na formação integral dos alunos de Ensino Médio. Há discussões sobre: identidade do jovem, tecnologia, educação financeira, cinema, arte de rua, mobilidade urbana, mundo do trabalho, imigração, consumismo, nutrição e muito mais.

Houve um grande cuidado para apresentar textos escritos e orais que circulam em diversos países, por isso as atividades trazem discursos de falantes de inglês como primeira língua e também de falantes de diversas nacionalidades usando o inglês.
A intenção é que, além de ampliarem o conhecimento desse idioma, os alunos também compreendam toda a diversidade cultural que torna o inglês um idioma global.

O Manual do professor, em português, traz um Banco de Gêneros exclusivo, com o resumo dos principais gêneros orais e escritos, um Projeto Interdisciplinar para cada ano e uma Bibliografia Comentada com dicas, práticas e indicações de leitura.

A língua portuguesa também é usada com os alunos nas aberturas das unidades, de maneira que todos se sintam à vontade para participar das discussões e ampliem seu repertório, preparando-se para os assuntos que serão tratados em seguida.

Há também um CD com todos os áudios das atividades (transcritos na íntegra!), um Grammar Reference, com os conceitos gramaticais tratados nas unidades; um banco de atividades de Enem e vestibulares; o suplemento World of literature, com leituras e atividades que fomentam a fruição literária; um glossário; o IPA Chart, com os símbolos usados nas transcrições fonéticas e uma lista de verbos irregulares.

No vídeo abaixo, uma das autoras nos apresenta outras características dessa coleção:

AUTORAS: Viviane Kirmeliene • Carolina Pereira • Elaine Hodgson • Rita Ladeia

Para conhecer outros detalhes, acesse: pnld.ftd.com.br/detalhes.php?id=10

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11.Ago.2017



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Acabo de ver por acaso o trailer do filme “Cegonhas – A história que não te contaram” e fiquei pensando sobre o incômodo que esta cena causaria em algumas pessoas. Afinal de contas, “surpresa inesperada” não é redundância?

Se uma surpresa é, por definição, algo que causa admiração, espanto e quebra de expectativa, somos levados a pensar que o fato de não ser esperada está implícito. Portanto, “surpresa inesperada” seria, sim, um pleonasmo.

Os pleonasmos (ou redundâncias) consistem na repetição de ideias. “Subir pra cima” e “descer pra baixo” são alguns dos exemplos mais comuns, mas também podemos citar “certeza absoluta”, “maluco da cabeça”, “amanhecer o dia”, “olhar com os olhos”, “conclusão final” etc. No entanto, embora muita gente considere essas ocorrências vícios de linguagem abomináveis, elas podem ser usadas de modo deliberado pra indicar ênfase. Trata-se de uma escolha estilística! Quando se diz “surpresa inesperada”, a intenção é que o ouvinte ou leitor saiba o quanto aquilo causou espanto!

Aliás, também é possível pensarmos que existem, sim, surpresas esperadas. Por exemplo: alguém pode ter a expectativa de receber uma festa surpresa, ou de receber um presente surpresa, ou um pedido de casamento etc. Como sabemos que fazer surpresa é algo comum em nossa sociedade, é comum que muitas pessoas esperem por elas ou as desejem. Por isso, frisar que se tratou de uma surpresa que foi de fato inesperada não é nenhum absurdo.

Além disso, o fato de alguma expressão se encaixar da definição de “redundância” não significa que seja preciso evita-la sempre. Pode-se maneja-la de maneira a construir algum sentido desejado. Outro exemplo: se eu penso a respeito de algum problema e vou chegando a diferentes conclusões ao longo do processo, é bastante coerente falar em “conclusão final”, concordam?

Nem tudo é regra no campo da língua!  :)

#portugueselegal

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07.Ago.2017



(  ) A palestra foi sobre ensino, educação, língua portuguesa etc.
(  ) A palestra foi sobre ensino, educação, língua portuguesa, etc. 
A vírgula antes de “etc.” é FACULTATIVA.
Sendo assim, como decidir se você deve usar ou não?
Vamos às explicações.
Tradicionalmente, não se recomendava vírgula antes de “etc.” porque se trata de uma abreviatura (usada internacionalmente) para a expressão latina “et cetera” (ou ainda “et cætera”, ou “et coetera”), que significa “e assim por diante”, “e outras coisas do mesmo tipo” ou “e o resto”. Como sabemos, são poucos os casos em que aparece vírgula antes do “e” em língua portuguesa (e a listagem de itens NÃO está entre eles).
Como a expressão é iniciada pela conjunção “et” (que corresponde ao nosso “e”), muitos condenam também o uso do “e etc.” alegando que isso geraria uma repetição.
No entanto, a visão gramatical moderna tem se distanciado desses preceitos, especialmente porque a etimologia de cada palavra ou expressão acaba se perdendo com o tempo e seria impossível nos mantermos informados acerca de todas essas amarras ao fazermos uso da língua.
Temos, então, duas possibilidades de uso:
Comprei leite, legumes, frutas, etc. no mercado.
Comprei leite, legumes, frutas etc. no mercado. 
Reparem que, mesmo aparecendo no meio da frase, o “etc.” permanece com ponto final, pois ele faz parte da abreviatura. Mas, se o “etc.” estivesse no fim da frase, não dobraríamos o ponto (ou seja, um único sinal serviria para indicar o fim da frase e o fim da abreviatura):
Comprou no mercado leite, legumes, frutas etc.  
Comprou no mercado leite, legumes, frutas, etc.  
Também não se recomenda usar o “etc.” acompanhado de reticências, pois esses dois recursos podem ter a mesma função (indicar que há outros itens naquela enumeração).
A vírgula só é obrigatória se repetirmos o “etc.” algumas vezes, pois nesse caso teríamos uma enumeração: “Ele tentou se justificar, começou a falar dos problemas que está vivendo, citou que perdeu o emprego etc., etc., etc.” (Reparem que antes do primeiro “etc.” poderia haver vírgula ou não).
Por fim, apesar de EU achar que é uma tentativa de erudição um pouco excessiva, também se sabe que antigamente era comum criticarem também o uso de “etc.” ao final de uma lista de pessoas, visto que, ao pé da letra, a expressão se refere a outras “coisas”. Mesmo sabendo que muitos autores usam o “etc.” em referência a pessoas, algumas alternativas para quem preferir evitar esse emprego são “e assim por diante” e “entre outros”, por exemplo.
Diante de tantas possibilidades, o importante é se atentar a padronizações. Dentro de um mesmo trabalho acadêmico, por exemplo, escolha uma opção e use-a até o fim, para manter o texto uniforme. Se você trabalha para empresas como editoras, jornais e revistas, procure saber o padrão da casa, uma vez que em cada lugar é adotada uma convenção diferente, algo fácil de perceber com a leitura de diversos jornais.
Nos demais contextos, fique à vontade para ter suas preferências, sempre com a certeza de que qualquer opção pode ser considerada correta.

 

 

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24.Jul.2017



BNCC 1ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Renato Janine Ribeiro]

BNCC 2ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante]

BNCC 3ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Mendonça Filho]

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