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24.Jul.2017



BNCC 1ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Renato Janine Ribeiro]

BNCC 2ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante]

BNCC 3ª versão

[Ministro de Estado da Educação: Mendonça Filho]

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24.Fev.2016



Expressamos nossa opinião por meio deste diagrama:

 

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08.Fev.2016



Mario-Sergio-Cortella-conhecimento-serve-para-encantar-as-pessoas-nao-para-humilhar

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29.Dez.2015



Desde que o Português é legal foi colocado no ar, tanto aqui quanto nas outras redes, sempre apresentamos nosso propósito do seguinte modo: “combater o preconceito linguístico e dar dicas sobre o padrão da língua, que todos têm o direito de conhecer”.
A segunda parte é mais fácil: compartilhamos dicas, sobretudo no Facebook e no Instagram, e os seguidores parecem gostar (curtem, compartilham, marcam amigos, enviam comentários, pedem explicações… tudo certo e tudo ótimo!).
Mas a parte de combater o preconceito linguístico é realmente complicada. Em geral, quando publicamos alguma dica sobre a norma-padrão (isto é, aquela que é considerada oficial), procuramos explicar por que aquela forma é pouco usada ou ressaltar a possibilidade de que ela deixe de fazer parte das gramáticas normativas dentro de alguns anos ou décadas, como acontece muitas vezes com estruturas linguísticas que deixam de ser usadas pelos falantes.
Apesar disso, observamos que muitos dos nossos seguidores compartilham essas dicas com mensagens como “parem de errar isso!!!”, “aprendam de uma vez por todas!”, “pelo amor de Deus, pessoal, nem é tão difícil assim” e coisas do tipo. É claro que não queremos (nem poderíamos) controlar a leitura que cada pessoa faz de nossas postagens e a intenção com que cada um vai repassá-las a outras pessoas – pelo contrário, já que os compartilhamentos nos ajudam a crescer. Mas é interessante observar como é real a tendência de as pessoas se queixarem do modo como os outros falam, das “regras” que desconhecem e dos “erros” supostamente inaceitáveis que cometem. De certa maneira, todos nós somos levados a acreditar que essa crítica é construtiva e que há algo de muito positivo em apontar os “erros” dos outros. No entanto, a valorização do conhecimento em nada se parece com a ridicularização da ignorância (no sentido de desconhecer algo) alheia.
Por esse motivo, passamos os últimos dois anos repetindo a mesma mensagem e buscando desconstruir a visão que temos acerca do uso da língua. Nada disso significa que desvalorizamos o padrão (ou não publicaríamos tantas dicas quase diariamente). Significa apenas que ensinamos português para proporcionar uma ampliação de conhecimentos, não para impor uma variedade linguística a uma pessoa que não é falante dela.
A língua oficial precisa ser ensinada por ser um dos instrumentos que permite que uma pessoa atue politicamente, mas seu ensino não pode ser opressor. É preciso partir do pressuposto de que não é necessário aprender a “falar direito” para se tornar cidadão; a cidadania é um direito e não algo a ser alcançado. Se as pessoas crescem sem conhecer a língua-padrão, trata-se, na maioria dos casos, de uma dívida do Estado, que não a proporcionou adequadamente. Ninguém pode ficar fadado ao silêncio eterno para não machucar os ouvidos estudados de quem não aprendeu ainda que a língua é de todos, que ela muda e que os modos de falar variam mesmo na esfera individual.
Voltaremos a esse assunto nos próximos dias. Por enquanto, fiquemos com as citações prometidas no título.

Até a próxima!

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Carol Pereira
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Pablo Martins
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