27 Dezembro 2013

Crase é um assunto que gera muitas dúvidas no momento de escrever, mas entender seu funcionamento prova que não se trata de algo tão complicado assim. Neste vídeo, mostramos como uma única dica pode resolver a maior parte dos casos que costumam causar confusão.

Crase é um assunto que gera muitas dúvidas no momento de escrever, mas entender seu funcionamento prova que não se trata de algo tão complicado assim. Neste vídeo, mostramos como uma única dica pode resolver a maior parte dos casos que costumam causar confusão.

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Nossa missão é combater o preconceito linguístico e dar dicas sobre o padrão da língua, que todos têm o direito de conhecer.



27 Dezembro 2013

Dúvida comum na hora de escrever: quando é que se usa “tem” e quando devemos usar “têm”? A gente responde em menos de 1 minuto:

Dúvida comum na hora de escrever: quando é que se usa “tem” e quando devemos usar “têm”? A gente responde em menos de 1 minuto:

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16 Dezembro 2013

 

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25 Novembro 2013

Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa traumas aos falantes da língua? Estas e outras perguntas nos vêm à mente quando buscamos entender o desinteresse que muitos falantes expressam pelo nosso idioma. Pensando nisso, este projeto surge como uma tentativa de mostrar aos brasileiros algo que até então nos parecia óbvio: Português é legal!

Por um lado, pretendemos combater o preconceito linguístico, mostrando por que a ideia de “falar certo” não procede. Falar e escrever bem significa conseguir causar o efeito desejado, e não seguir esta ou aquela regra.

Por outro lado, achamos necessário popularizar as convenções da língua, que são um instrumento de poder. Nosso plano é falar sobre dúvidas do dia a dia, coisas que nos perguntam quando sabem sobre nossa formação. Um falante comum não quer saber se em português o pronome oblíquo átono tem flexão de gênero. O que quer saber é: “às vezes tem crase?”; “dia a dia tem hífen?”; “porque tem acento?”. Quem usa a língua quer saber se é certo falar gratuíto ou gratuito; pouco importa se isso é verbo, adjunto ou adjetivo.

Como vocês verão ao longo deste projeto, concordamos com o professor Evanildo Bechara quando ele afirma que “o sucesso da educação linguística é transformar o falante em um ‘poliglota’ dentro de sua própria língua nacional” (BECHARA, 2001, p. 38). Isso significa ser capaz de transitar entre diferentes falares, em diferentes contextos e com objetivos diversos, e não apenas aprender a falar segundo as “normas”.

Nosso objetivo não é ensinar ninguém a “falar direito” ou a “não cometer erros”, e tampouco queremos dar a impressão de que as pessoas têm obrigação de conhecer a norma-padrão da nossa língua. Mas achamos que todo mundo tem o direito de conhecê-la.

Bem-vindos!

Carol & Pablo

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Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa traumas aos falantes da língua? Estas e outras perguntas nos vêm à mente quando buscamos entender o desinteresse que muitos falantes expressam pelo […]

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